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Secretária de Saúde do Rio testa positivo para coronavírus

A secretária municipal de Saúde do Rio, Beatriz Busch, apresentou exame positivo para o novo coronavírus. Ela havia se internado preventivamente em um hospital e o resultado do exame foi divulgado na noite desta terça-feira (31).

A confirmação foi anunciada em nota pela Secretaria Municipal de Saúde. “O resultado do teste para covid realizado pela secretária municipal de Saúde do Rio, Beatriz Busch, foi positivo. Ela segue internada no Hospital Barra D’ Or. O quadro clínico permanece estável. A secretária foi internada na noite desta segunda-feira (30), às 20h36, após se sentir mal em casa, apresentando sintomas do covid-19”.

O comando da secretaria, enquanto Beatriz Busch estiver afastada, ficará a cargo do subsecretário Jorge Darze. O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que despachava diretamente com a secretária, também deverá fazer exame para o coronavírus.


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Ministro do STF proíbe campanhas contra isolamento da covid-19

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso decidiu hoje (31) proibir a produção e circulação de campanhas publicitárias que sugiram que a população deva retornar às atividades plenas durante o período de isolamento social por causa do novo coronavírus (covid-19). 

Pela decisão do ministro, o vídeo “O Brasil Não Pode Parar”, deverá ser retirado de páginas na internet e das redes sociais. O vídeo que circula nas redes sociais é atribuído à Secretaria de Comunicação da Presidência da República, que afirma não ter aprovado a campanha. Em nota divulgada pela Secom no dia 27, a secretaria afirmou que o vídeo foi produzido em caráter experimental, “portanto, a custo zero e sem avaliação e aprovação da Secom”.

 “A peça seria proposta inicial para possível uso nas redes sociais, que teria que passar pelo crivo do Governo. Não chegou a ser aprovada e tampouco veiculada em qualquer canal oficial do Governo Federal”, acrescenta o comunicado.

Na decisão, o ministro atendeu a um pedido liminar protocolado pela Rede Sustentabilidade. Segundo Barroso, as orientações da área de saúde devem ser seguidas e a “supressão das medidas de distanciamento social, como informa a ciência, não produzirá resultado favorável à proteção da vida e da saúde da população”

“Defiro a cautelar para vedar a produção e circulação, por qualquer meio, de qualquer campanha que pregue que “O Brasil Não Pode Parar” ou que sugira que a população deve retornar às suas atividades plenas, ou, ainda, que expresse que a pandemia constitui evento de diminuta gravidade para a saúde e a vida da população. Determino, ainda, a sustação da contratação de qualquer campanha publicitária destinada ao mesmo fim. “

Na decisão, Barroso também determinou que as empresas Google, Instagram, Twitter, Facebook, Telegram e Whatsapp sejam informadas da decisão.


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Rio tem 23 mortes e 708 casos por coronavírus

O estado do Rio de Janeiro está com 23 casos de mortes por coronavírus e 708 pessoas confirmadas com a doença. O dado foi divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta terça-feira (31). São mais 5 mortes em relação ao dia anterior e mais 51 casos confirmados.

As novas mortes ocorreram todas no município do Rio, que até segunda-feira (30) contabilizava 13 mortes e nesta terça-feira passou para 18 casos. Em 24 horas, foram 5 mortes a mais na capital. Do total de 23 mortes no estado, a faixa entre 60 a 69 anos concentra 11 casos. De 70 a 79 anos, são 5 casos, e acima de 80, 4 casos. A faixa de 30 a 39 anos, tem 1 caso, de 40 a 49 anos, 1 caso, e a de 50 a 59 anos, também 1 caso. Até o momento, não há nenhuma morte abaixo dos 29 anos de idade no estado.

Do total de 708 casos confirmados no estado, 585 estão no município do Rio, seguido por Niterói, com 57 casos, Volta Redonda, 12, São Gonçalo, 9, Nova Iguaçu, 7, Duque de Caxias, 5, Petrópolis, 5, Itaboraí, 3, Belford Roxo, 2, Resende, 2, Rio Bonito, 2, e Rio das Ostras, 2.

Além de acessar gráficos com a situação da pandemia no estado, na página www.painel.saude.rj.gov.br, a população também pode tirar dúvidas sobre o covid-19 pela central telefônica 160, que funciona gratuitamente 24h por dia, além do site www.coronavirus.rj.gov.br.


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Liberação de renda básica depende de trâmites jurídicos e de PEC

A regulamentação da renda básica emergencial de R$ 600 por mês a trabalhadores informais e a beneficiários do Bolsa Família está pronta, mas a publicação depende de trâmites jurídicos e da aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), disse há pouco o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, ele afirmou que ainda existem entraves para que o governo encontre as fontes de recursos para garantir o pagamento da ajuda.

Segundo Guedes, os técnicos do Ministério da Economia concluíram a regulamentação da lei aprovada ontem (30) pelo Senado, que deve sair a qualquer momento. No entanto, a liberação efetiva do benefício ainda dependerá de decisões da Justiça e do Congresso. “A regulamentação está aí. Pode ser solta a qualquer momento. Isso depende de trâmites jurídicos e legislativos”, declarou o ministro.

Guedes conclamou o Congresso a aprovar uma PEC para liberar as fontes de recursos e disse que a criação de um programa de transferência de renda é complicada e que não cabe buscar protagonistas. “Estamos com um problema técnico, que se chama [falta de] fontes. O presidente [da Câmara] Rodrigo Maia pode nos ajudar muito, se encaminhar e aprovar em 24 horas uma PEC emergencial que regularize isso, o dinheiro sai em 24 horas, por exemplo. Pode sair rapidíssimo.”

O ministro assegurou que o governo quer pagar a renda básica ao número máximo possível de brasileiros, inclusive beneficiários. “Há uma falta de percepção sobre o que é criar um programa novo”, ressaltou.

De acordo com Guedes, o primeiro passo foi dado com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de flexibilizar exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal e da Lei de Diretrizes Orçamentárias para adoção de medidas de enfrentamento à pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Apesar do aval do STF, Guedes destacou que o Congresso terá de aprovar uma PEC para permitir o remanejamento de recursos para aumentar os gastos do governo. “Temos a licença do ministro, o pedido para Alexandre de Moraes para podermos avançar nos gastos. Ao mesmo tempo, temos um problema técnico de liberação de fontes. Agora estamos discutindo a velocidade com que se pode aprovar uma PEC para dar origem e fontes a essas despesas. Mas de qualquer forma, do nosso ponto de vista, tudo está pronto e aprovado na economia. Agora é o trâmite jurídico e político.”

O ministro declarou que pretende soltar, em breve, uma medida provisória que libera mais R$ 50 bilhões de recursos para o combate à crise do coronavírus. Ele, no entanto, não deu detalhes nem informou se a medida trata da suspensão dos contratos de trabalho com a complementação de parte do salário por parte do governo. Ele disse que a publicação dessa medida também está atrelada a decisões da Justiça e do Congresso.

Arrecadação

Embora a Receita Federal ainda não tenha divulgado a arrecadação em fevereiro, o ministro adiantou que o governo tinha obtido, no mês passado, a segunda maior arrecadação da história. “Em janeiro tivemos a maior arrecadação da história no Brasil. Tivemos a segunda maior arrecadação da história em fevereiro, porque no ano anterior tínhamos vendido algumas estatais que aumentaram o pagamento de impostos”, disse.

De acordo com Guedes, dados da Receita Federal mostravam que, até a metade do mês, a receita do governo crescia 20% acima do previsto. Segundo ele, o país estava no rumo certo antes do agravamento da crise provocada pela pandemia. “Até 15 de março deste ano, com receitas crescendo 20% acima do previsto. A economia brasileira realmente estava decolando”, disse.

Balanço

O ministro fez um balanço das medidas tomadas até agora pela equipe econômica. Segundo Guedes, o governo gastou, até agora, 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) em antecipações de benefícios, liberação de créditos, adiamento de tributos e novos gastos efetivos. Guedes estimou que a conta ficaria em torno de R$ 700 bilhões.

“A ideia de fazer a defesa da saúde do brasileiro nos levou a ampliar esses recursos. Totalizando as medidas creditícias e de diferimento de impostos, são R$ 240 bilhões do Banco Central [liberação de compulsórios], mais R$ 150 bilhões da Caixa Econômica e do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] e mais R$ 150 bilhões de diferimentos [adiamentos] de impostos e antecipação de benefícios [décimo terceiro de aposentados e pensionistas] e inclusão [de 1,2 milhão de famílias] no Bolsa Família”, enumerou.

Guedes citou ainda a ajuda de R$ 88 bilhões a estados e a municípios e mais R$ 50 bilhões da nova medida provisória ainda não editada. A conta total do ministro soma R$ 678 bilhões. Ele não detalhou os R$ 22 bilhões restantes.


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Sindicato pede medidas de proteção a funcionários de supermercados

O Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro (SECRJ) está pleiteando junto ao setor patronal a redução da jornada e do efetivo de trabalhadores dos supermercados, além da disponibilização de equipamentos de segurança para garantir a proteção desses funcionários contra o novo coronavírus.

Mesmo com medidas de isolamento, os supermercados são considerados atividades essenciais e permanecem em funcionamento.

O presidente do sindicato, Márcio Ayer, disse nesta terça-feira (31) à Agência Brasil que os empregados dos supermercados, mais de 100 mil só na capital fluminense, constituem uma das categorias mais vulneráveis à pandemia do novo coronavírus, porque estão expostos diariamente ao contato com milhares de pessoas, mercadorias, cartões e dinheiro.

Na semana passada, o sindicato obteve da Justiça liminar que obrigou uma rede de supermercados (Mundial) a fornecer aos seus funcionários materiais de proteção para impedir a proliferação do novo coronavírus, entre os quais luvas, máscaras, álcool gel. A liminar também determina a liberação dos funcionários da faixa de risco à doença covid-19, como os maiores de 60 anos de idade, os que têm doenças crônicas e gestantes, sem redução de salários. A ideia é reduzir o efetivo para 30% do total. O sindicato espera que as demais redes de mercados sigam as mesmas determinações.

Proposta

Márcio Ayer informou que algumas redes diminuíram a jornada, encerrando o trabalho às 20h, em vez de 22h anteriormente. “E já começaram a liberar funcionários da faixa de risco”, disse. O SECRJ enviou proposta ao Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro (Sindigêneros) para sentarem e negociarem através de convenção coletiva excepcional. ”A gente está aguardando o retorno, para que possa sentar e discutir essa convenção excepcional”, informou o presidente do Sindicato dos Comerciários do Rio.

A Agência Brasil não conseguiu contato com representantes do Sindigêneros até o fechamento da matéria. Da mesma forma, não obteve posicionamento da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) sobre o assunto.


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Perdas de aéreas no segundo trimestre passarão de R$ 202 bi, diz Iata

A queda do número de passageiros e as restrições que os governos impuseram ao transporte aéreo para tentar retardar a disseminação do novo coronavírus (covid-19) causarão um prejuízo líquido de cerca de US$ 39 bilhões às empresas do setor no mundo, apenas entre abril e junho deste ano.

A estimativa é da Associação Internacional de Transporte Aéreo (da sigla em inglês, Iata) e foi divulgada hoje (31). Com o dólar negociado a R$ 5,19, o prejuízo global do setor pode superar, em reais, os R$ 202 bi. A título de comparação, o valor representa quase um terço dos R$ 700 bi que o governo federal planeja injetar na economia brasileira com as ações já anunciadas para tentar reduzir os danos provocados pelo coronavírus.

Segundo o diretor-geral da Iata, Alexandre de Juniac, a dimensão da crise está além de tudo o que o setor já havia experimentado antes. “Estamos trabalhando em um cenário de severas restrições de viagem, com [a perspectiva de] duração de três meses. [Ao longo do ano] Isso reduzirá as receitas da indústria em US$ 252 bi [ou mais de de R$ 1,3 trilhões] em comparação a 2019”, disse Juniac, durante uma teleconferência que reuniu executivos do setor.

Uso de caixa

Ainda segundo o diretor-geral da entidade que representa as empresas aéreas em nível global, as companhias do setor vão ter que “torrar” US$ 61 bi (R$ 316 bilhões) de suas reservas de caixa para fazer frente a suas obrigações durante o segundo trimestre do ano. “É uma queda vertiginosa nos saldos de caixa”, acrescentou Juniac, enfatizando que as companhias enfrentam dificuldades cada vez maiores para se manter. “Quando 70% da sua empresa desaparece da noite para o dia, não há redução de custos que possa preencher adequadamente estas lacunas.”

Juniac afirma que a situação só não é pior porque o transporte de carga não foi integralmente afetado, embora esteja operando em níveis reduzidos. “A única parte da indústria que continua a operar é o setor de cargas, que está lutando para atender à demanda [porque] as operações de passageiros foram reduzidas tão drasticamente que simplesmente não há capacidade no sistema para atender até os níveis reduzidos de carga aérea – o que inclui remessas médicas vitais das quais a vida das pessoas depende.”

Após traçar o diagnóstico e as perspectivas negativas do setor, o executivo pediu que os governos adotem medidas para ajudar o setor. “Quando a crise da saúde pública atingir um nível em que seja seguro retomarmos a economia, as companhias aéreas deverão estar prontas para voar. A recuperação [das atividades produtivas] será mais lenta e muito mais dolorosa se as empresas aéreas não puderem apoiar o comércio e o turismo” disse Juniac, elogiando a iniciativa de países que já anunciaram ajuda financeira ou a flexibilização das regras de proteção aos consumidores.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as empresas norte-americanas e o governo negociam um pacote de benefícios que pode chegar a US$ 50 bi (R$ cerca de R$ 259 bilhões). Segundo a Iata, Colômbia, Cingapura, Austrália, China, Noruega e Nova Zelândia também adotaram medidas para socorrer suas companhias. E para Juniac, Canadá, Colômbia e Holanda adotaram medida exemplar ao permitir que, em vez de serem obrigadas a ressarcir os clientes que não puderem usar os bilhetes aéreos comprados antes do início da crise ou mesmo aqueles cujos voos forem cancelados, as aéreas possam emitir vouchers que as pessoas usariam como créditos após o fim da crise.

“Isso permitirá que as companhias preservem o dinheiro necessário para manterem as operações de carga e preservarem a capacidade de estar totalmente operacional quando puderem retomar suas operações com segurança”, defendeu Juniac, argumentando que grande parte dos voos programados foram cancelados devido às restrições impostas pelos governos de diversos países.

Segundo o diretor-geral da Iata, estima-se que, somadas, as empresas aéreas já devem cerca de US$ 35 bi (R$ 181 bi) a clientes que fazem jus ao ressarcimento de despesas.


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Distrito Federal tem duas mortes por novo coronavírus

O Distrito Federal chegou a três mortes em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Até ontem (30) eram dois óbitos.

De acordo com a nova atualização do governo do Distrito Federal, divulgada hoje (31), há 317 casos confirmados, mais seis em relação ao último balanço, de ontem (30).

Desse total, 217 são infecções leves, 26 apresentam quadro grave e 12 estão em condições críticas. Outros 60 ainda estão em investigação e 146 são classificados como “recuperados”.

A maioria das pessoas infectadas, 100,  tem entre 31 e 40 anos de idade, outras 76 entre 41 e 50 anos, 47 entre 51 e 60 anos e 42 com mais de 60 anos de idade.

Seguindo o parâmetro nacional no recorte por gênero, no Distrito Federal 56,8% dos infectados são homens e 43,2% são mulheres.

A capital do país é a terceira em número de casos, perdendo apenas para o Rio de Janeiro e São Paulo.

 

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Números atualizados do coronavírus no DF – Governo do Distrito Federal – GDF


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Com pandemia, fluminenses fazem mais compras online

A quarentena obrigatória, determinada pelas autoridades para evitar a disseminação do novo coronavírus, alterou os hábitos dos consumidores fluminenses. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) nos dias 25 e 26 deste mês, junto a 1.099 moradores do estado do Rio de Janeiro, houve um crescimento do número de consumidores que estão fazendo compras online. Hoje eles somam 77,1%, contra 72,2% registrados no período anterior à crise.

O estudo revela que 67,7% dos entrevistados suspenderam decisões de compra no período de isolamento social, enquanto 68,2% afirmaram que o consumo online estará mais presente em suas vidas após o fim da crise provocada pelo novo coronavírus.

O economista do Instituto Fecomércio RJ, Rafael Zanderer, destacou, em entrevista à Agência Brasil, que o aumento do contingente de pessoas que estão fazendo compras pela internet não pode ser confundido com valor de gastos. “Mais pessoas agora procuram canais online para fazer suas compras, entre os quais Instagram, o próprio site do estabelecimento, aplicativos, Facebook. As pessoas estão procurando mais, o que não significa que estão gastando mais” advertiu Zanderer.

Comportamento

Para o economista, a pesquisa confirma um comportamento já esperado dos consumidores que não podem sair de casa para fazer compras presenciais, ao mesmo tempo que sinaliza uma mudança de preferência de adotar como hábito a compra em canais alternativos pela internet. “No final das contas, tem uma coisa conjuntural, que é a infecção, o vírus, que te impede de sair de casa e, por isso, você tem que fazer compras online. Mas isso acaba propiciando uma mudança que é estrutural. Ou seja, as pessoas vão passar a fazer mais compras online mesmo depois que a covid-19 passar. É uma mudança de hábito que não é trivial. É uma coisa estrutural”, analisou o economista.

Rafael Zanderer destacou que, “muito provavelmente”, o faturamento do canal online também diminuiu nesse período de pandemia do coronavírus, embora menos do que o canal de compras presencial. Do total de consultados, 30,4% afirmaram estar mantendo o número de compras online, enquanto 28,2% disseram estar comprando menos e 18,5% estão realizando mais compras pela internet. Outros 22,9% dos entrevistados não fazem compras por esse canal alternativo.

Demanda

A maioria dos entrevistados (66,1%) pesquisa em sites do próprio estabelecimento para efetuar suas compras, contra 68,6% no período anterior à crise do novo coronavírus. Rafael Zanderer observou que dois canais despontam como aplicativos mais demandados. Um deles é o Whatsapp. “Mostra que os empresários estão se virando diante da crise e estabelecendo uma espécie de canal de ligação com o consumidor”. Antes da crise, 19,7% dos fluminenses acessavam o Whatsapp para fazer compras online e, agora, são 29,5%.

Outros aplicativos, como iFood e Uber Eats, viram dobrar a procura. Eles foram citados por 8,5% dos moradores do estado do Rio de Janeiro, contra 4,5% no período anterior. “É um aumento expressivo”. Rafael Zanderer afirmou que embora o percentual de pessoas que usam esses aplicativos ainda seja relativamente baixo, a tendência mostrada pela pesquisa é de elevar mais esse número. “As pessoas vão ficar cada vez mais online e procurar esses aplicativos. Acho que tem um espaço enorme para eles crescerem, concluiu o economista do Ifec RJ.


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Termina hoje prazo do Saque Imediato do FGTS

O trabalhador que até hoje (31) para sacar até R$ 998 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Na quarta-feira (1º), todo o dinheiro não sacado retornará à conta original.

Desde setembro do ano passado, a Caixa Econômica Federal está distribuindo dinheiro de contas ativas ou inativas do FGTS. Os recursos foram liberados de forma escalonada até dezembro, num cronograma baseado no mês de nascimento do trabalhador. Ao todo, foram distribuídos cerca de R$ 40 bilhões, que serviram para estimular a economia no fim do ano passado.

O valor usado como referência para o saque imediato é o saldo de cada conta – ativa ou inativa – em 24 de julho do ano passado. Os trabalhadores com saldo acima de R$ 998 nessa data só podem sacar até R$ 500 por conta de FGTS. Quem tinha contas com até R$ 998 – montante equivalente ao salário mínimo no ano passado – pode sacar até esse valor.

Numa simulação, um trabalhador que tinha R$ 998 numa conta do FGTS e R$ 1 mil em outra conta em 24 de julho do ano passado só pode retirar R$ 998 da primeira conta e R$ 500 da segunda.

A retirada também pode ser feita por quem tinha sacado os R$ 500 da conta no ano passado e não retirou a diferença entre R$ 500 e R$ 998 em dezembro. Inicialmente, o governo permitiria apenas a retirada de até R$ 500 por conta, mas o Congresso Nacional ampliou o saque para R$ 998 para contas com saldo igual ou inferior ao salário mínimo.

Como sacar

O saque poderá ser feito pelos mesmos canais de pagamento da primeira etapa do saque imediato. Por causa da pandemia de coronavírus, a Caixa orienta o resgate por meio do aplicativo FGTS, disponível para tablets e smartphones dos sistemas Android e iOS. Nesse caso, o trabalhador pode programar a transferência do dinheiro para qualquer conta em seu nome, independentemente do banco. A operação não tem custo.

Os saques de até R$ 998 podem ser feitos nas casas lotéricas, caso esses estabelecimentos estejam abertos, e terminais de autoatendimento para quem tem senha do Cartão Cidadão. Quem tem Cartão Cidadão e senha pode sacar nos correspondentes Caixa Aqui, caso esses estabelecimentos estejam autorizados a abrir. Basta apresentar documento de identificação.

Atendimento

Desde a última terça-feira (24), as agências da Caixa estão funcionando em horário reduzido, das 10h às 14h. O atendimento está restrito a quem não puder resolver o problema por canais eletrônicos. As dúvidas sobre valores e a data do saque podem ser consultadas no aplicativo do FGTS, pelo site da Caixa ou pelo telefone de atendimento exclusivo 0800-724-2019, disponível 24 horas.

A Caixa destaca que o saque imediato não altera o direito de sacar todo o saldo da conta do FGTS, caso o trabalhador seja demitido sem justa causa ou em outras hipóteses previstas em lei.

Essa modalidade de saque não significa que houve adesão ao saque aniversário, que é uma nova opção oferecida ao trabalhador a partir de abril, em alternativa ao saque por rescisão do contrato de trabalho. Por meio do saque aniversário, o trabalhador poderá retirar parte do saldo da conta do FGTS, anualmente, de acordo com o mês de aniversário.


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Novo teste do ministro do GSI dá negativo para coronavírus

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, general Augusto Heleno, informou hoje (31) que está recuperado da covid-19.

“Meu novo teste para coronavírus deu negativo, graças a Deus! Agradeço o apoio e as orações de todos os amigos e amigas. Seguimos juntos na batalha por um Brasil melhor!”, escreveu o general em sua conta no Twitter.

Na publicação, ele apresentou a imagem do exame realizado ontem (30) pelo Laboratório Sabin, no Hospital DF Star, em Brasília. O teste realizado, do tipo PCR, detecta se há infecção em tempo real, quando o vírus está em ação no corpo humano.

No dia 18 deste mês, o general confirmou que estava com covid-19.

De acordo com informações da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), após a recuperação, não há mais risco de transmitir a doença. Ainda não há estudos suficientes que tratam sobre reinfecção pelo novo coronavírus.


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