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Dia D contra Sarampo em SP tem movimentação tranquila

O Dia de D de imunização contra o Sarampo em São Paulo foi tranquilo nos locais de vacinação da capital paulista. Os postos de saúde estão abertos em todo o estado desde as 8 horas até as 17 horas. 

Três locais de vacinação visitados pela reportagem na zona oeste da capital – na rua Catão, na rua Vespasiano, e na rua Saramenha – não tinham fila de espera e as pessoas estavam sendo atendidas assim que chegavam. 

“Estávamos fora do país nos últimos meses e agora viemos ver como atualizar a vacinação da família”, disse Lúcio Silveira que estava acompanhado da esposa e da filha pequena. 

 Ministério da Saúde realiza Dia D da segunda fase da Campanha de Vacinação contra o Sarampo será neste sábado (30).

 Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na campanha que termina hoje, o foco é imunizar jovens de 20 a 29 anos. Segundo a secretaria de Saúde do estado, é importante que este público compareça aos postos de saúde preferencialmente com a carteirinha de vacinação para que um profissional verifique a necessidade de aplicação da dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

“Importante lembrar que quem tomou a primeira dose há menos de um mês, deve aguardar trinta dias para receber a segunda”, destaca a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica, Helena Sato.

O Programa Estadual de Imunização prevê que crianças e adultos, com idade entre um ano e 29 anos, devem ter duas doses da vacina contra o sarampo. Acima desta faixa, até 59 anos, é preciso ter uma dose. Não há indicação para pessoas com mais de 60 anos, pois, segundo a secretaria, esse público potencialmente teve contato com o vírus no passado.

Neste ano, até o momento, o estado tem 9.691 casos de sarampo confirmados laboratorialmente e outros 3.036 casos confirmados com base nos sintomas e avaliação médica. Cerca de 55,2% do total de casos se concentram na capital. Desde agosto, foram registradas 14 mortes decorrentes de complicações da doença no estado.

Edição: Aline Leal


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Bolsonaro diz que governo não atuará para baixar o preço da carne

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (30) que não vai interferir no preço da carne bovina, que no mercado atacadista teve alta média de 22,9%. Segundo ele, é o mercado quem define o preço do produto. Ele, no entanto, disse acreditar que o preço do produto deve baixar.

“Quero deixar bem claro que esse negócio da carne é a lei da oferta e da procura. Não posso tabelar, inventar. Isso não vai dar certo”, disse o presidente na chegada ao Palácio do Alvorada, após viagem a Resende (RJ), onde participou da inauguração da 8ª cascata de ultracentrífugas, na Fábrica de Combustível Nuclear (FCN).

“Tivemos uma pequena crise agora [no preço da carne] mas vai melhorar. A carne aqui, internamente, daqui a algum tempo, acho que vai diminuir o preço”, completou, dirigindo-se a um dos populares que o aguardavam no local.

No fechamento de novembro, o aumento nos preços da carne bovina desossada no mercado atacadista foi de 22,9% na média de todos os cortes pesquisados, de acordo com a Scot Consultoria.

Já os preços da carne bovina vendida em supermercados e açougues de São Paulo registraram uma alta de 8%, na média de todos os cortes, segundo a consultoria. No Paraná a alta também foi consistente, 3,5%. Já no Rio de Janeiro e em Minas Gerais as variações foram mais tímidas, de 0,2% e 1%, respectivamente.

Edição: Liliane Farias


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Senado deve votar isenção de ICMS para igrejas nesta terça

Templos religiosos e entidades beneficentes de assistência social poderão continuar isentos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) até 31 de dezembro de 2032. A proposta, um projeto de lei complementar (PLP 55/2019) de autoria da deputada Clarissa Garotinho (Pros-RJ), aprovada em maio pelos deputados, pode ter a última votação no plenário do Senado, nesta terça-feira (3), em regime de urgência.

Na última semana a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa aprovou por unanimidade o relatório do senador Irajá (PSD-TO), favorável à prorrogação por mais 15 anos do benefício. Ele explicou que o PLP muda a Lei Complementar 160, de 2017. Ela estabelece prazos de até 15 anos para isenções, sendo o mais curto — de um ano — a regra geral, na qual templos e entidades assistenciais foram enquadrados. O prazo máximo é concedido a atividades agropecuárias e industriais e a investimentos em infraestrutura rodoviária, aquaviária, ferroviária, portuária, aeroportuária e de transporte urbano. “Não há justificativa para que os incentivos voltados para templos e instituições assistenciais tenham sido enquadrados na regra geral, com prazo mais curto”, disse Irajá em seu voto.

O relator esclareceu ainda que o projeto não implica diretamente renúncia de receita, apenas autoriza os estados a firmar convênios sobre incentivos fiscais do ICMS voltados a templos de qualquer culto e a entidades beneficentes de assistência social. Já a deputada Clarissa Garotinho (Pros-RJ) destacou que “não se trata de nova isenção, mas apenas de renovação daquilo com que elas já contavam antes da lei complementar”.

Igrejas já têm imunidade tributária para não pagar outros impostos, como Imposto de Renda, Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Se aprovado pelo plenário do Senado, o texto seguirá para sanção presidencial.

Edição: Liliane Farias


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Após cartinha ao Papai Noel, menino ganha aparelho de audição

Eduardo França Gonçalves, 11 anos, tem deficiência auditiva desde 1 ano de idade e hoje (30) experimentou pela primeira vez o aparelho de audição que tinha pedido em uma cartinha encaminhada ao Papai Noel dos Correios. O garoto foi uma das 350 pessoas que receberam o equipamento no Centro de Saúde Auditiva Eurico Ângelo de Oliveira Miranda, do Hospital Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Ao lado do prefeito Washington Reis, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, ajudou Eduardo a botar o aparelho que foi entregue pela prefeitura.

O menino mora em Cuiabá, no Mato Grosso, mas não conseguiu ser atendido lá. Por isso, resolveu escrever a cartinha para o Papai Noel dos Correios pedindo o aparelho e se não fosse possível, queria ganhar um boneco do Homem Aranha ou um chapéu. Hoje ele ganhou tudo que pediu. Já com o aparelho, Eduardo fez um agradecimento emocionado. “E aí, tudo bem? É um momento muito alegre. Agradeço muito a vocês. Muito obrigada a vocês, parabéns”, disse o menino, ainda com um pouco de dificuldade na fala, limpando as lágrimas.

A avó Clemair Gonçalves, de 48 anos, que o acompanhava também estava emocionada de ver o neto com uma perspectiva melhor de vida e desenvolvimento nos estudos.”Vai ser bem melhor, ele vai se atualizar, aprender mais. Vai ter facilidade de entender as coisas, Vai ter progredir na escola”, disse comentando sobre o efeito do aparelho a que chamou de presentão.

Para o ministro apesar da “generosidade e humanidade” da Prefeitura de Caxias, a cidade do menino deveria ter condição de o atender. “Isso aqui é uma coisa que deveria ter sido resolvida lá em Cuiabá. Deveria ter sido resolvida próximo à casa dele. O serviço de lá fechou. Não tem a fono, um dia tem outro não. Esse cidadãozinho brasileiro, esse menino, tem que estudar. Esse menino tem que incluir, esse menino tem que ir para a escola. Esse menino aqui, pode estar dentro dele a solução do tratamento do câncer, do tratamento das estradas brasileiras. A gente só precisa dar chance. Com esse aparelho, agora, ele passa a ter chance de interagir e ir para cima conquistar os sonhos”, apontou Mandetta, acrescentando que quanto mais cedo o atendimento tivesse ocorrido menos problemas de fala Eduardo teria.

Hospital do Olho

Ainda em Caxias, onde teve seu primeiro trabalho, quando cursava o sexto ano de Medicina, o ministro visitou também o Hospital do Olho Júlio Cândido de Brito, que, segundo a prefeitura foi inaugurado há 1 ano e 8 meses e já passou dos 750 mil atendimentos, sendo um dos mais modernos do país e com aparelhos importados de última geração. Também como a outra unidade hospitalar ele atende paciente de fora do município. Para o ministro, Caxias vem fazendo um bom trabalho na Saúde, mas é preciso buscar o equilíbrio com os outros municípios próximos, até para que a cidade não seja prejudicada.

“A gente vai começar agora um grande diálogo com os prefeitos da Baixada [Fluminense], enfim, com todos os municípios que fazem divisa, para entender a lógica regional. Se aqui está fazendo, e conseguindo fazer para uma cidade de 1 milhão de habitantes, mas atende uma população flutuante acima de 2,5 milhões, então, a gente precisa acertar os outros 1,5 milhão para achar o ponto de equilíbrio, senão, quanto mais ele fizer de saúde aqui, mais gente vai vir e acaba inviabilizando o serviço. Achar esse ponto de equilíbrio é um desafio que a gente vai ter aqui no Rio de Janeiro”, indicou.

O prefeito espera que a visita de Mandetta a Caxias – que faz parte da rotina do Ministério de verificar o atendimento em unidades de saúde do país – possa garantir um apoio aos investimentos do município. “A gente está fazendo um trabalho aqui que ultrapassa as barreiras, as fronteiras da normalidade, devido à demanda”, disse.

“A população precisa do atendimento. Dizer que o problema é federal, estadual ou municipal, não resolve. O problema é de todo mundo e estamos aqui para ajudar”, destacou Mandetta.

Consórcios

Segundo o ministro, o trabalho junto às prefeituras é feito em uma construção coletiva chamada consórcios intermunicipais. “O estado do Paraná é o que tem a melhor organização de consórcios intermunicipais. Minas Gerais também tem uma boa estrutura. O Rio de Janeiro até pela proximidade são regiões contíguas, não dá para ficar definindo esse é daqui e vai até essa rua. Aqui precisa de uma organização intermunicipal fomentada”.

Mandetta revelou que a liberação de recursos do governo federal é pactuada com os municípios que abrem as unidades hospitalares, cadastram o serviço e demonstram a produção. Depois desse processo, o ministério faz a habilitação e envia os recursos diretamente para a prefeitura. “É função da gente andar e ver se o recurso está sendo bem empregado”, explica.

Edição: Liliane Farias


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Óleo na praia de Cabo Frio não é compatível com substância do Nordeste

Os pequenos fragmentos de óleo, com cerca de 100 gramas, encontrados e removidos na Praia do Peró, em Cabo Frio, na região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro, na quinta-feira (28), não são compatíveis com o óleo encontrado no litoral da região Nordeste e Espírito Santo.

Segundo a Marinha, o material foi analisado pelo Instituto de Estudo do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) e foi descartada a compatibilidade. O resultado foi divulgado pelo Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado pela Marinha, pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

A Marinha acrescentou que um grupamento de militares da força e agentes do IBAMA “já se encontram no local efetuando monitoramento. Até o momento, não foram encontrados novos vestígios de óleo no estado do Rio de Janeiro”.

Edição: Liliane Farias


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Parceria visa nova geração de baterias elétricas com nióbio

Líder mundial na produção de nióbio e detentora de 90% do mercado deste metal, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) concluiu, ao longo de novembro, uma negociação que possibilitará à empresa se tornar acionista minoritária da 2DM, empresa de Singapura que produz e desenvolve tecnologias com grafeno.

De acordo com a CBMM, a parceria com a 2DM é estratégica, uma vez que foi identificada, no grafeno, “uma potencial sinergia de aplicações” com o nióbio para a produção de uma nova geração de baterias elétricas, inclusive para veículos elétricos, além de aplicações em segmentos como o da construção e infraestrutura, eletroeletrônicos, entre outros.

Composto por uma fina camada de grafite, o grafeno é considerado o material mais condutivo e rígido do mundo, centenas de vezes mais resistente do que o aço. Por ser extremamente fino, com uma espessura 1 milhão de vezes menor do que um fio de cabelo, é também considerado o primeiro material bidimensional do mundo.

A junção dos dois materiais resultará em um material com potencialidades ainda maiores. Como o grafeno é um material que, apesar de previsto na teoria, só foi produzido recentemente, a expectativa é de que as pesquisas que já estão sendo desenvolvidas com os dois materiais comecem a apresentar resultados mais significativos daqui a 2 anos.

O acordo entre a CBMM e a 2DM prevê o direito futuro da empresa brasileira em adquirir, por valor pré-fixado, ações da empresa, fundada dentro da Universidade Nacional de Singapura, o principal centro de pesquisa do grafeno na Ásia.

Segundo a CBMM, o potencial versátil do material, derivado do grafite, vem sendo discutido ao longo dos anos e suas competências como aditivo industrial para melhorar propriedades de estruturas têm se destacado entre os materiais avançados.

Nióbio com aço

À Agência Brasil, a CBMM explicou que a ideia é fazer, com a mistura de nióbio com grafeno, algo parecido com o que já vem sendo feito com outros metais (aço e ferro, por exemplo), de forma a criar materiais ainda mais resistentes, leves e até mesmo elásticos.

Para se ter uma ideia, bastam 100 gramas de nióbio (a um custo de cerca de US$ 8) por cada tonelada de aço, para ampliar a força de ligação de seus átomos e, por consequência, aumentar suas resistências térmica e mecânica, bem como a capacidade de absorver cargas sem se romper ou deformar.

Tais características possibilitam o uso do nióbio para a construção de foguetes, aviões, turbinas, peças automotivas, estruturas metálicas, navios, trilhos, baterias, sensores, lentes, supercondutores, navios, oleodutos e muito mais.

Edição: Aline Leal


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Rio: Mandetta mostra preocupação com baixa imunização contra Sarampo

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, mostrou preocupação com os baixo níveis de imunização contra o sarampo no Rio de Janeiro, em especial, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, onde esteve na manhã de hoje (30). Segundo Mandetta, o Rio de Janeiro foi um estado que nos últimos anos teve diminuição no índice de vacinação e Duque de Caxias registrou 24 casos da doença, todos controlados com bloqueio. 

“A gente precisa elevar [os níveis de vacinação], principalmente, nas nossas crianças, porque em São Paulo, o sarampo já fez várias vítimas e a gente não quer que isso venha para o Rio de Janeiro”, disse.

Mandetta ressaltou que a Rodovia Presidente Dutra é uma via de ligação entre os dois estados onde o trânsito de pessoas, caminhões e mercadorias é intenso, o que pode favorecer também o fluxo de transmissão da doença. “São os dois nossos maiores polos e o Rio de Janeiro precisa se proteger muito com vacina para não acontecer aqui um surto epidêmico como em São Paulo”, disse

O ministro afirmou que atualmente São Paulo conseguiu entrar em um ponto de equilíbrio e o número de casos parou de subir. “Já colocamos esta curva em um platô. Vai levar ainda de quatro a seis meses para São Paulo zerar e a gente não quer ver o problema de São Paulo se replicar no Rio de Janeiro, com outra escala. Então, o momento agora é de vacinar, prevenir, prevenir, prevenir, para não termos perdas principalmente de crianças por sarampo”, alertou.

HIV/Aids

Mandetta chamou atenção ainda para a campanha nacional contra HIV/Aids lançada pelo ministério, que incentiva a realização de testes para o diagnóstico da doença. “Se tiver positivo, tratar, que é um ato também de bloquear a proliferação do vírus. Tudo que tem de melhor no mundo, o programa brasileiro fornece, desde a testagem, aconselhamento e todo tratamento com todo retroviral. O SUS [Sistema Único de Saúde] no caso do HIV é só reforçar para as pessoas que tenham uma prática saudável, use o preservativo, use camisinha”, recomendou.

De acordo com o ministro, a pasta aumentou a distribuição de preservativos e este ano foram distribuídas mais 30 milhões de unidades. “O preservativo feminino, que a média histórica era de 1 milhão, nós chegamos a 8 milhões este ano e ano que vem queremos chegar a 20 milhões. Aconselhamento e testagem, todos os índices de prevenção foram aumentados este ano e ano que vem a gente quer aumentar ainda mais”, contou.

Acompanhado do prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB), Mandetta visitou neste sábado, os hospitais municipais do Olho de Duque de Caxias (RJ) e Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, que são referência em atendimento na Baixada Fluminense pelo SUS.

Edição: Aline Leal


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Mega-Sena sorteia R$ 44 milhões neste sábado

A Mega-Sena vai pagar hoje (30) um prêmio de R$ 44 milhões para quem acertar as seis dezenas do jogo. O valor está acumulado dos seis últimos concursos. A aposta mínima custa R$ 4,50, conforme reajuste feito no final de outubro pelo Ministério da Economia.

As seis dezenas serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo (SP). O sorteio é aberto ao público.

Segundo a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, renderia por mês mais de R$ 138 mil.

Apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Mega da Virada

Além de concorrer às modalidades regulares, os apostadores já podem adquirir bilhetes para a Mega da Virada. O sorteio será realizado em 31 de dezembro.

O prêmio está estimado em R$ 300 milhões não acumuláveis; não havendo apostas premiadas com seis números, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números e assim sucessivamente.

Edição: Aline Leal


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Amostras de peixe apresentam níveis de contaminação por óleo

Em nova rodada de exames feitos em amostras de pescado da área atingida pelo vazamento de óleo, foram identificadas duas amostras de peixes com valores acima dos níveis de preocupação à saúde, definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Outras 66 amostras de peixe, camarão e lagosta analisadas até agora estão com resultados abaixo desses níveis. A análise foi feita pela unidade avançada do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Santa Catarina, vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a partir de pescados coletados entre os dias 6 e 8 de novembro.

Das duas amostras de peixes que apresentaram valores acima do considerado preocupante, uma é referente ao peixe Albacora Azul, predador migratório de alto mar, e a outra é de Budião, que se alimenta em recifes de corais. Os valores de Hidrocarbonetos Policíclicos Aromáticos (HPA) – principais indicadores de contaminação por derivados de petróleo – encontrados foram 9,51 e 7,95 microgramas de Benzo(a)pireno – Equivalente (BaPE)/kg, respectivamente. O valor de referência definido pela Anvisa, como nível de preocupação, é acima de 6 microgramas de Benzo(a)pireno – Equivalente (BaPE)/kg para peixes.

Apesar dos níveis elevados nas duas amostras, o Ministério da Agricultura informou, por meio de nota oficial, que não há risco para a saúde pública nem limitação ao consumo de pescados marinhos, por enquanto. “Considera-se, até o momento, que esses resultados não alteram a avaliação do risco do consumo de pescado das regiões oleadas. Essas são as primeiras análises encontradas acima dos níveis de preocupação e não há uma série histórica para se estabelecer um comparativo de contaminação de pescados antes e depois do derramamento de óleo. Entretanto, o Mapa irá direcionar nova estratégia de monitoramento do pescado por espécie ou habitat e região afetada”, diz a nota da pasta. 

Edição: Narjara Carvalho


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Estupros aumentam em São Paulo; demais crimes diminuem

O número de estupros no estado de São Paulo aumentou 14,4% em outubro em comparação ao mesmo mês do ano passado. No décimo mês de 2018, foram registrados 1.141 boletins de ocorrência do crime, ante 1.306 em outubro de 2019. Os demais crimes registraram redução. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29) pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP).

O número de vítimas de homicídios no estado caiu de 264, em outubro de 2018, para 259 no mesmo mês em 2019. Com o resultado, a taxa dos últimos 12 meses (de novembro de 2018 a outubro de 2019) foi a menor já registrada desde 2001: 6,51 vítimas para cada grupo de 100 mil habitantes.

O número de latrocínios também caiu. Foram 18 vítimas de roubo seguido de morte em outubro de 2019 contra 28 vítimas no ano anterior. O resultado do indicador de latrocínios é o menor da série histórica, desde 2010.

Os roubos em geral caíram 2,7%, passando de 22.613 para 22.003, comparado-se o décimo mês de 2018 e 2019 – 610 casos a menos.  Na modalidade furtos em geral, a redução foi de 3,8%, com o registro de 43.140 ocorrências no décimo mês de 2019, contra 44.841 em igual período do ano anterior. 

Edição: Nádia Franco


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